Não sei o que escrever.
A dificuldade em escrever estava diretamente ligada a toneladas de informações adquiridas. Escrever qualquer bobagem já não faz parte da minha vontade.
Esta semana pós- casamento royal, pós-Bin Laden, houve um pouco de calma para refletir em todo o tempo investido na televisão e jornal. Mas o que abordar? Escrever o que todo mundo escreve seria uma impertinência. Só uma epifania!
Os anos em que a coitada da mulher do Bin Laden ficou presa na casa paquistanesa, sem ter acesso ao mundo exterior, sem TV, sem internet já seria algo bom! Ninguém falou dela!
A exacerbada comemoração dos americanos, como o próprio jornalista Micheal Kepp escreveu hoje no jornal.
A roupa das duas primas do príncipe seria repetição e, quase a versão moderna da Cinderella. Elas estarem bem atrás da rainha na Abadia foi fundamental. Sempre tem que ter alguém cafona para, então, ter a princesa encantada.
Os enfeites de cabeça – faço uma aposta –, que vão migrar do Reino Unido e virar moda em muitos lugares do mundo. As roupas, bem óbrias, e os chapéus e tiaras, ornamentadas com a maior criatividade e expressão de modernidade já vistos. O contraste entre o formal e a quebra do tradicional. Eu amo os ingleses!
Rick Genest, homem zumbi, como é chamado, tinha grandes afinidades com zumbis desde a infância e resolveu tatuar o corpo todo para se tornar um. Hoje, saiu das ruas onde morava, e virou top model. Está vindo para o Brasil desfilar no fashion Rio. O que leva uma pessoa a se tatuar inteiramente, macabramente, me renderia meses de pesquisa psicanalítica, ainda mais com um caso desses, do bom!
Ele fez um vídeo clip com a cantora Lady Gaga, cujas roupas louquérrimas são do estilista que fez o vestido de noiva da princesa: Alexander Mcqueen. Se vc quiser comprar qq coisa dele na internet pode desistir, já houve o bum pós-casamento royal e ele já faz o dobro do sucesso mesmo morto! Se enforcou.
Tchau, que eu vou passar o colírio alucinógeno do Macaco Simão.