19 de ago. de 2010

Olhando para onde não se deve

Ontem encontrei com uma velha amiga que colocou algum preenchimento no rosto e ficou extremamente bochechuda e esquisita. Eu, simplesmente, não consegui disfarçar: meus olhos só focavam a bochecha. Ainda tentei olhar para os pés. Como ela falava comigo, não tinha jeito! Era uma mistura de curiosidade em desvendar o que era aquilo, com uma indignação com aquilo que o ser humano é capaz de fazer pela beleza. Ou melhor, pela falsa beleza.
Percebi que leva algum tempo para nos acostumarmos com o novo e é mais fácil nos acostumarmos quando concordamos com ele, o que não era o caso da minha amiga...


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